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Bruce Gomlevsky volta ao Teatro Riachuelo Rio para curtíssima temporada de ‘Renato Russo’; última sessão terá transmissão online gratuita

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Tempo estimado de leitura: 2 minutos

Bruce Gomlevsky como Renato Russo: o musical solo estreou em 2006 Foto: Guga Melgar/Divulgação

O ator Bruce Gomlevsky está de volta com o aclamado  “Renato Russo, o musical”. No entanto, ao contrário das apresentações realizadas com plateia lotada desde a estreia em 2006, a curtíssima temporada programada para a próxima semana, entre os dias 20 e 23, no Teatro Riachuelo Rio, no Centro, terá capacidade de público reduzida, como medida de prevenção contra a propagação da Covid-19. Porém, para quem não conseguir ingresso ou simplesmente preferir ficar em casa, mas mesmo assim quiser ver ou rever o espetáculo, a boa notícia é que a última apresentação, num domingo, terá transmissão ao vivo e gratuita pelo YouTube.

— Sem a menor dúvida o que move o espetáculo é a força do Renato e o legado que ele deixou na Legião Urbana, através das composições, que são cada dia mais atuais. Os fãs se renovam, e, hoje, temos além de adultos e idosos na plateia, jovens e adolescentes que se emocionam a cada sessão — destaca Bianca de Felippes, produtora do musical e também do longa “Eduardo e Mônica”, inspirado num dos sucessos da Legião, que tem estreia prevista ainda em 2021.

Com direção de Mauro Mendonça Filho e texto de Daniela Pereira de Carvalho, Bruce encarnou o músico pela primeira vez em 11 de outubro de 2006. Desde então, com um hiato entre 2010 e 2016, o espetáculo realizou incontáveis temporadas, acumulando cerca de 400 sessões assistidas por mais de 200 mil espectadores, em mais de 50 cidades do país.

Acompanhado da banda Arte Profana, Bruce alterna números musicais e dramaturgia – que tem base em entrevistas, reportagens, imagens de shows e livros. Entre as passagens da vida do cantor retratadas estão a juventude “punk”; os dois anos sobre uma cadeira de rodas; a fundação da primeira banda, o Aborto Elétrico; uma grande confusão num show em Brasília; os problemas com drogas e um relacionamento homoafetivo.

Já com a trilha sonora, o espetáculo, que tem direção musical de Marcelo Alonso Neves, faz o público voltar no tempo com 22 canções, entre elas, clássicos da própria Legião, como “Eduardo e Mônica”, “Vento no Litoral” e “Tempo Perdido”, além de outras que influenciaram a carreira do homenageado.

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