Cientista social e político Guilherme Carvalhido analisa proposta dos candidatos Crivella e Paes para a cultura: ‘É pouco’

Luiz Maurício Monteiro

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Assim como ocorreu no primeiro turno, o RIO ENCENA convidou o cientista social e político Guilherme Carvalhido para analisar o cenário da eleição para prefeito do Rio de Janeiro, cuja votação em segundo turno acontece nesse domingo (29). Em conversa gravada de maneira remota e publicada na RIO ENCENA TV (inscreva-se aqui), o profissional avaliou como “muito pouco” o foco dos candidatos Marcelo Crivella (Republicanos) e Eduardo Paes (DEM) voltado para a cultura.

Os postulantes ao cargo de gestor da capital fluminense no período de 2021 a 2024 (Crivella é o atual prefeito e tenta a reeleição) apresentaram as suas propostas para o setor a partir de duas perguntas. A primeira, sobre os equipamentos culturais da rede municipal, muitos deles sofrem há algum tempo com abandono, e outros tiveram até a energia elétrica cortada por falta de pagamento. E a segunda, com relação a ideias para o fomento à cultura na capital fluminense, atualmente, a prefeitura só conta com um grande projeto com esta finalidade, que é a lei de fomento indireto do ISS (Imposto Sobre Serviço).

Enquanto Crivella falou sobre “sobrevivência autossustentável da produção cultural” e uso de recursos da iniciativa privada para redução de dinheiro público investido no setor, Paes prometeu melhorias na infraestrutura dos equipamentos e recuperação de editais de fomento. Ainda assim, Carvalhido acredita que, independentemente de quem vença o pleito, as propostas apresentadas ainda não são suficientes para tornar a cultura mais forte, mesmo com o candidato do DEM mencionando o termo “prioridade”. Confira a entrevista com o cientista social e político no vídeo abaixo:

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