Busca
Menu
Busca
No data was found

Festival ‘Circo no Parque’ ocupa diferentes pontos do Rio com 20 atrações gratuitas

Share on facebook
Share on twitter
Share on whatsapp
Tempo estimado de leitura: 2 minutos
"Vertigem" faz de um paredão o palco do espetáculo Foto: Pablo Nery French/Divulgação
“Vertigem” faz de um paredão o palco do espetáculo Foto: Pablo Nery French/Divulgação

Mais de 60 artistas atuando em 20 apresentações, ao longo de 18 dias, em praças e parques de oito bairros do Rio de Janeiro. E o melhor: com entrada franca. Esse é um resumo da segunda edição do Festival Circo no Parque, uma realização do grupo Irmãos Brothers Band, que a partir desta quinta (01/12) até o próximo dia 18, levará espetáculos circenses a diversos locais públicos de Realengo, Méier, Cinelândia, Praça Mauá, Catete, Largo do Machado, Santa Teresa e Lapa. A programação completa está aqui.

Entre outras atrações, “Vertigem” reúne cinco bailarinas-acrobatas que fazem alpinismo, circo e dança para se pendurarem em cabos de aço, fazendo de um paredão um palco vertical. Já em “O Homem Foca”, o experiente Guga Morales equilibra objetos como pratos e taças numa colher de pau ou numa faca que ele consegue segurar usando apenas a boca. Tem ainda o espetáculo Ritmo É Tudo, do Irmãos Brothers Band, que reproduz os diferentes ritmos que um casal pode ouvir no dia a dia.

Além da palhaçaria e dos tradicionais malabarismos, números de mágica, acrobacias e afins, a edição deste ano traz como novidade a música ao vivo. Entre as bandas convidadas, estão “Os Siderais” – orquestra que mistura blues, jazz, black music e rock – e a “Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro”, formada por doze sanfoneiros, quatro cantores e dois percussionistas que executam clássicos de Jackson do Pandeiro, Luiz Gonzaga e Dominguinhos, além de músicas autorais.

"Ritmo é Tudo" é um espetáculo da Irmãos Brothers Band, cia. realizadora do festival Foto: Fernanda Tomaz/Divulgação Foto: Fernanda Tomaz/Divulgação
“Ritmo é Tudo” é um espetáculo da Irmãos Brothers Band, cia. realizadora do festival Foto: Fernanda Tomaz/Divulgação

– A música ao vivo é comum no universo circense, acentuando as gags dos palhaços, rufando os tambores nos saltos mais espetaculares, nos momentos de maior tensão. A música tocada ao vivo faz o circo pulsar diferente, com mais brilho e intensidade. No festival, além de fazer o fundo musical, os músicos são protagonistas juntos dos artistas na encenação. Fazem parte do roteiro – complementa Alberto Magalhães diretor da Irmãos Brothers Band e um dos fundadores da Intrépida Trupe.

Leia Também

No data was found
Assine nossa newsletter e receba todo o nosso conteúdo em seu e-mail.