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FESTIVAL MIDRASH DE TEATRO – 7ª EDIÇÃO (ONLINE)

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Tempo estimado de leitura: 9 minutos
Foto: Divulgação

Onde assistir: Plataforma Sympla Streaming
Contato:
(21) 2239-1800 (WhatsApp) | secretaria@midrash.org.br
Período:
18/07 a 29/07
Idealização:
Rabino Nilton Bonder
Curadoria:
Márcio Abreu
Acesso:
Gratuito (com colaboração voluntária e renda destinada às produções)
Bilheteria:
Sympla

ESPETÁCULOS

“GALILEU E EU – A ARTE DA DÚVIDA” – São Paulo
Sessão:
Domingo (18) às 20h
Elenco:
Denise Fraga
Direção:
Denise Fraga, José Maria e Luiz Villaça
Texto:
Denise Fraga, José Maria e Luiz Villaça (Livremente inspirado na obra de Bertolt Brecht)
Classificação:
12 anos
Duração:
55 minutos
Sinopse:
A peça narra parte da biografia do cientista italiano Galileu Galilei, que conseguiu provar que a
Terra girava em torno do Sol, mas foi obrigado a negar publicamente a sua descoberta para
não ser queimado na fogueira da Santa Inquisição. Sua atitude, considerada covarde por
muitos, permitiu, porém, que o cientista terminasse seu famoso livro I DISCORSI, uma obra
que revolucionou a ciência. A atriz Denise Fraga retorna à obra de Bertolt Brecht para dar conta, sozinha, da dimensão
desse texto, um dos mais reconhecidos da dramaturgia do século XX, e criar novas pontes com
o tempo presente. Um elogio ao conhecimento e ao valor da ciência, o ato de pensar e o saber
reconhecidos como um dos maiores prazeres humanos, imprescindíveis para a construção da
verdade e evolução da sociedade.

“MUSEU DOS MENINOS” – Rio de Janeiro
Sessão:
Segunda (19) às 19h
Elenco:
Mauricio Lima
Direção:
Fabiano Dadado de Freitas e Mauricio Lima
Texto:
Fabiano Dadado de Freitas e Mauricio Lima
Classificação:
13 anos
Duração:
35 minutos
Sinopse:
Em Arqueologias do Futuro, Maurício evoca a figura do ator MC que, através de alguns
desenhos e grafismos, realiza um depoimento a partir de memórias, vividas e inventadas, da
sua infância e adolescência no Complexo do Alemão, território de origem do artista. Nesse
processo de escavação e descoberta de artefatos, o performer se pergunta sobre o que o
corpo fala, quais corpos são vistos e ouvidos e quem tem direito de narrar suas próprias
histórias.

“CONSELHEIRA” – Minas Gerais
Sessão:
Segunda (19) às 21h
Elenco:
Ju Abreu
Direção:
Rafael Bacelar
Texto:
David Maurity e Idylla Silmarovi
Classificação:
18 anos
Duração:
24 minutos
Sinopse:
“Uma atriz. Uma atriz em cena. Uma atriz mãe. Uma atriz mãe só, em cena. E isso é raro.
Pouco se fala sobre isso nos bastidores do teatro”. Em CONSELHEIRA, temos as inquietações
de uma mulher às voltas com o seu trabalho e o tempo dedicado ao “ser mãe”. Os significados
dessa árdua tarefa vão se construindo, as palavras, as sentenças e as ações vão ganhando
volume e fazem com que ela entre em conflito consigo mesma e seja arrebatada por fluxos
intensos de pensamentos, frente a mais esse trabalho que parece beirar o impossível: cuidar
de uma criança.

“EVOCO” – Rio de Janeiro e Minas Gerais
Sessão:
Terça (20) às 19h
Elenco:
Katia Aracelle, Matéria Prima e Lilith Cristina
Direção:
Felipe Oládélè
Texto:
Katia Aracelle, Matéria Prima e Lilith Cristina
Classificação:
Livre
Duração:
21m57s
Sinopse:
Entre memórias pessoais e depoimentos da rua, “EVOCO” é uma obra digital
que revela arquivos familiares, sonoridades, cantos, contos e crónicas do cotidiano. Um
convite ao íntimo, ao que nos constitui….A memória.

“PENÉLOPE” – Paraná
Sessão:
Terça (20) às 21h
Elenco:
Uyara Torrente E Pablito Kucarz
Direção:
Nadja Naira
Texto:
Lígia Souza
Classificação:
Livre
Duração:
45 minutos
Sinopse:
Penélope é um experimento de cena criado em isolamento social e pensado para ambiente
virtual. Com dramaturgia de Lígia Souza e direção de Nadja Naira, os atores Uyara Torrente e
Pablito Kucarzse encontram e encontram com o público. Uma história será contada. O privado
tornado público. Junte-se à nós no Instagram. Uma vídeo chamada? Um chat virtual? Uma live
em redes sociais? Seja bem-vindo e traga seu drink 🙂

“CORPO SUA AUTOBIOGRAFIA” – São Paulo
Sessão:
Quarta (21) às 19h
Elenco:
Renata Carvalho
Direção:
Cibele Appes e Renata Carvalho
Texto:
Renata Carvalho
Classificação:
Livre
Duração:
41 minutos
Sinopse:
“Corpo sua autobiografia” é um documentário que mostra um corpo em isolamento social e
familiar, mas o distanciamento não é provocado pelo Corona vírus, e sim por ser uma travesti.
Renata Carvalho é uma personagem de si mesma, sua voz nos narra a
historicidade/transcestralidade do seu corpo e a transfobia estrutural, apontando a construção
social, midiática, criminal, sexualizada e patológica da corporeidade e identidade travesti. O
filme discute a construção do imaginário do senso-comum do que é ser uma travesti. Onde a
arte e os artistas também foram responsáveis na construção desse imagético, com suas
narrativas viciadas, estereotipadas, depreciativas e recreativas com a prática do Trans Fake
(atores cisgêneros que interpretam pessoas trans), e de como, essa prática afeta aos corpos
travesti no dia a dia e em todos os âmbitos sociais.

BREVES CENAS DE TEATRO – PODCAST
Festival Breves Cenas de Teatro é realizado tradicionalmente em Manaus. Nesta versão para o
festival, será apresentado em formato de podcast. Quatro cenas curtas serão encenadas, por
diversos artistas do país. São áudio-cenas, peças radiofônicas, poemas sonoros, experimentos
sônicos que contam uma história através da palavra e do som. Teatro para ouvir
Coloque o fone de ouvido e escute! Boa Cena!

CENA 1 | ÓRFÃS DE DINHEIRO – Minas Gerais
Sessão:
Quarta (21) às 21h
Elenco:
Inez Peixoto
Direção:
Dadado e Pedro Leal David
Texto:
Inez Peixoto
Classificação:

Duração:
15 minutos
Sinopse:
No Podcast Órfãs de dinheiro, uma mulher vendida para exploração sexual ainda
criança, em fuga, narra os acontecimentos que a levaram até aquele momento – um
pequeno recorte das tantas realidades de vulnerabilidade vividas por mulheres do
Brasil e do mundo. O relato convida o público a refletir sobre a necessidade de
emancipação econômica da mulher e da importância do direito à escolaridade como
requisitos básicos na luta contra a desigualdade de gênero.

CENA 2 | ANTÍGONA EM TEMPOS PANDÊMICOS – Amazonas
Sessão:
Quarta (21) às 21h
Elenco:
Viviane Palandi E Taciano Soares
Direção:
Francis Madson
Texto:
Antígona de Sófocles (Adaptação dramatúrgica e Concepção Geral Viviane Palandi e Francis Madson)
Classificação:

Duração: 16 minutos
Sinopse:
2020: o espírito de Antígona pousa sobre tempos pandêmicos para cantar os ritos
fúnebres

CENA 3 | UM DESENHO- Paraná
Sessão:
Quarta (21) às 21h
Elenco:
AURICELESTE Z
Direção:
Sabrina Lopes
Texto:
Sabrina Lopes
Classificação:

Duração:
18 minutos
Sinopse:
Uma pessoa tenta viver no quintal em sociedade com animais de outras espécies e se
tornar uma delas. A tentativa de desconstrução de sua humanidade encontra várias
barreiras na própria necessidade de um discurso que sustente as onomatopeias, de um
desenho sonoro para o seu cântico selvagem, de inteligibilidade, ritmos e padrões.

CENA 4 | BICHA – Rio de Janeiro
Sessão:
Quarta (21) às 21h
Elenco:
Zéza
Direção:
Zéza
Texto:
Zéza
Classificação:

Duração:
12 minutos
Sinopse:
Esta cena é baseada em um texto de Zéza criado a partir do projeto “À minha mãe e ao
meu pai, com Orgulho”, orientado pelo escritor Marcelino Freire e realização do Sesc
Santo André. Nesse texto autobiográfico inédito, o ator narra em poesia suas primeiras
memórias enquanto corpo QUEER onde, quando menino, de toalha na cabeça e
escondido de todes, performava Drag trancado no banheiro.

“27's” – Rio de Janeiro
Sessão:
Quinta (22) às 19h
Elenco:
Gustavo Rodrigues
Direção:
Vera Holtz, Guilherme Leme Garcia e Gustavo Leme
Texto:
Daniela Pereira de Carvalho
Classificação:
18 anos
Duração:
65 minutos
Sinopse:
“27’s” é uma investigação sobre essa lendária coincidência, conhecida mundialmente como
Clube dos 27. Em cena, o ator Gustavo Rodrigues interpreta um famoso roqueiro fictício, cuja
vida por pouco não se encerra nessa mesma idade. Ao longo do espetáculo, um híbrido entre
teatro e audiovisual, a trajetória emocional do personagem é atravessada pelas histórias de
cinco de seus ídolos mortos aos 27 anos: Jimi Hendrix, Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy
Winehouse e Jim Morrison.

“EU MATEI SHERAZADE – CONFISSÕES DE UMA ÁRABE EM FUGA” – Rio de Janeiro
Sessão:
Quinta (22) às 21h
Elenco:
Carol Chalita
Direção:
Miwa Yanagizawa
Texto:
Carol Chalita (Livre adaptação do livro de Joumana Haddad)
Classificação:
14 anos
Duração:
45 minutos
Sinopse:
As confissões de uma árabe enfurecida pela maneira como a mulher é vista por seu próprio
povo e pelo olhar preconceituoso do Ocidente. Encontra na literatura a liberdade para
escolher o que desejar ser e critica a forma como a personagem Sherazade, do conto “As mil e
uma noites”, é exaltada por ser uma referência de insubmissão da mulher, utilizando a
imaginação para sobreviver ao sultão. Um novo olhar sobre a condição de ser mulher, de ser
árabe, que enaltece a liberdade de escolha e o estado de impermanência como
potencializadores para a construção de uma nova mulher.

“VOZES DO SILÊNCIO – FILME NÃO FILME” – Rio de Janeiro
Sessão:
Sábado (24) às 20h
Elenco:
Carolina Virgües
Direção:
Fábio Ferreira
Texto:
Textos de Samuel Beckett (tradução de Fábio Ferreira)
Classificação:
14 anos
Duração:
70 minutos
Sinopse:
Com direção e tradução de Fábio Ferreira, o projeto “Vozes do Silêncio – filme não filme”
reúne três obras curtas (“Não eu”, “Passos” e “Cadência”) do dramaturgo irlandês, Nobel de
literatura, que dão vozes às mulheres silenciadas pela sociedade. Em cena, a premiada atriz
Carolina Virgüez dá corpo e voz – a essas criaturas beckettianas por meio de solos que
dialogam com diferentes linguagens artísticas.

Palestra-performance online – CAMMING 101 NOITES – São Paulo
Sessão:
Sábado (24) às 22h
Performance:
Janaína Leite
Concepção:
Janaína Leite
Classificação:
18 anos
Duração:
70 minutos
Sinopse:
Palestra Performance virtual de Janaina Leite criada a partir da experiência imersiva em
plataformas de sexo virtual pago e em colaboração com Lara Duarte e Lillah Halla. As “101
noites” do título fazem referência ao livro de contos As mil e uma noites, em que Sherazade
precisa entreter seu esposo e rei lhe contando histórias, noite após noite, para não ser morta.
A ação joga, de um lado, com o trabalho das camgirls profissionais que precisam manter a
atenção dos clientes (visto que elas ganham por minuto então parte do trabalho não é sexual,
mas erótico, imaginário, dramatúrgico, terapêutico de forma a prender a atenção do
espectador/cliente pelo máximo de tempo possível), de outro, se refere ao tempo que Janaina
se dedicou a essa experiência no período auge do isolamento social devido à pandemia. 101
noites de isolamento, 101 noites de interação erótica sem risco de “contágio”.

“ELETROVENTO” – Rio de Janeiro
Sessão:
Domingo (25) às 21h
Produção:
Uma ação de Eleonora Fabião e colaboradores
Classificação:
Livre
Duração:
120 minutos
Sinopse:
Um encontro a distância, no meio da pandemia, sobre inseparabilidade, modos de
sociabilidade e performance, com eletro-vento permeando nós-tudo.

“DORA” – São Paulo
Sessão:
Segunda (26) às 19h
Elenco:
Sara Antunes
Direção:
Sara Antunes
Texto:
Sara Antunes
Classificação:
12 anos
Duração:
45 minutos
Sinopse:
DORA compartilha trechos de escritos, cartas da prisão e cartas do exílio trocadas entre a
guerrilheira Maria Auxiliadora Lara Barcelos e Clélia Lara Barcelos, recriando o que chamava de
“Represa de Dora”, um campo de comunicação entre o confinamento e a possibilidade da
utopia. Essa pesquisa conjuga palavras “reais” num tempo poético, tateando tanto os
processos que levaram o corpo dela ao suicídio como o inverso: investiga um campo vibrátil
para que ela reviva, numa espécie de cartografia do “encarnar”, avessa a desistência.

“BOLA DE FOGO” – Bahia
Sessão:
Segunda (26) às 21h
Elenco:
Fábio Osório Monteiro
Direção:
Fábio Osório Monteiro
Texto:
Fábio Osório Monteiro
Classificação:
Livre
Duração:
45 minutos
Sinopse:
Bola de Fogo estreou em janeiro de 2017, quando Fábio Osório Monteiro, tentando resistir à
dificuldade financeira da vida de artista, decide se tornar baiana de acarajé. Fez o seu registro
oficial como baiana na ABAM (Associação Nacional das Baianas de Acarajé e Mingau) e montou
seu tabuleiro. Devidamente trajado, Osório vende o seu acarajé e sua criação artística. Em
“Bola de Fogo”, ele prepara a massa do acarajé, frita o bolinho e o vende como fazem todas as
baianas do acarajé. Ele performa a si próprio e também outros corpos negros. Enquanto
prepara a massa do acarajé, Osório conversa sobre política, espiritualidade, memória, afeto e
ancestralidade. Na performance, ele é acompanhado por Cíntia Santos, tradutora e intérprete
de libras que performa com Osório e traz as LIBRAS para o centro da cena.

“SONHO DE GOLDFAJN – ARQUEOLOGIA TEATRAL” – São Paulo
Sessão:
Terça (27) às 19h
Elenco:
Amanda Lyra (atriz), André Lu (ator), Quiriku (músico) e Assucena Assucena (cantora e atriz)
Direção:
Martha Kiss Perrone
Texto:

Classificação:
Livre
Duração:
75 minutos
Sinopse:
O Sonho de G é musical, filme e espetáculo; entre sonho, ficção e documento. Surgiu a partir
da releitura da peça ídiche Um Sonho de Goldfadn. Criada e montada por Jacob Rotbaum,
diretor judeu polonês, com os atores da Casa do Povo, a peça estreou no Teatro Municipal de
São Paulo em 1948. Mais de 70 anos depois, a diretora Martha Kiss Perrone é convidada pela
Casa para reinventar essa peça, agora no formato de uma instalação audiovisual imersiva.
O Midrash recebe membros do elenco, o diretor musical e a diretora artística para falar da
arqueologia teatral que permitiu essa reconstrução: da redescoberta da língua ídiche à
releitura da sua tradição teatral, a conversa funciona como abertura de um processo criativo
em andamento, apresentando músicas da peça, referências que nutriram a criação, entre
Varsóvia e São Paulo, e o desafio de cantar numa língua desconhecida. Essa remontagem foi
também a ocasião de todes se descobrirem herdeiros de uma tradição até então tão distante.
No contexto da pandemia, O Sonho de G. convoca a potência dos sonhos para salvar um
mundo desmoronando e traz a vida para o centro da cena. Mesmo colocados em risco, os
espaços artísticos assim como as línguas, os povos e as histórias dissidentes seguem vivos e
serão convocados nessa conversa e na estreia do espetáculo prevista para outubro de 2021.

“ESTREIA PSYCHOPATHIA SEXUALIS” – Ceará e São Paulo
Sessão:
Terça (27) às 21h
Elenco:
Helena Vieira e Tavares Neto
Direção:
Helena Vieira
Texto:
Livre adaptação da obra homônima de Richard von Krafft-Ebing
Classificação:
18 anos
Duração:
30 minutos
Sinopse:
Em 1886 era lançado o livro que seria um marco para o pensamento da sexualidade moderna:
Psychopathia Sexualis. Escrito pelo médico alemão Richard von Krafft-Ebing, a publicação foi
responsável por exemplo por inaugurar diversas palavras, dentre elas o uso dos termos
heterossexualidade, homossexualidade e transexualidade. Nesse novo trabalho do Outro
Grupo, mergulhamos mais uma vez numa investigação da história da sexualidade para
pensarmos o tempo presente.

“DESFAZENDA – ME ENTERREM FORA DESSE LUGAR” – São Paulo
Sessão:
Quarta (28) às 19h
Elenco:
Ailton Barros, Filipe Celestino, Jhonny Salaberg e Marina Esteves
Direção:
Roberta Estrela D'Alva
Texto:
Lucas Moura
Classificação:
12 anos
Duração:
70 minutos
Sinopse:
A peça-filme “Desfazenda – me enterrem fora desse lugar” concentra sua ação na história dos
personagens 12, 13, 23 e 40, pessoas pretas que quando crianças foram salvas da guerra por
um padre branco, e vivem numa fazenda, cuidando das tarefas diárias, supervisionadas por
Zero. O padre nunca sai da capela, a guerra nunca atingiu a Fazenda, e sempre que os porquês
são questionados, o sino soa e tudo volta a ser como antes (quase sempre).
Dramaturgia livremente inspirada no filme “Menino 23: Infâncias Perdidas no Brasil” de
Belisario Franca

“UMA FRASE PARA A MINHA MÃE” – Rio de Janeiro
Sessão:
Quarta (28) às 21h
Elenco:
Ana Kfouri
Direção:
Ana Kfouri
Texto:
Christian Prigent (Tradução e adaptação Marcelo Jacques de Moraes)
Classificação:
12 anos
Duração:
50 minutos
Sinopse:
Uma frase para minha mãe põe em cena a experiência do despertar para a língua e
para a literatura através da mobilização de sensações afetivas e corporais ligadas à figura
da mãe e à relação com a língua materna. É também, nesse sentido, um convite à
escuta, um convite ao público para, em tempos de pandemia e isolamento, expor–‐se à
força da palavra. Que cada um/a em sua casa possa se deixar tocar e atravessar por
palavras, afetos, ritmos e sentidos.

“CADA VEZ QUE ALGUÉM DIZ ISSO NÃO É TEATRO SE APAGA UMA ESTRELA” – México
Sessão:
Quinta (29) às 19h
Elenco:
Lagartijas Tiradas al sol
Edição:
Chantal Peñalosa
Texto:
Lázaro Gabino Rodríguez
Classificação:
Não informada
Duração:
14m27seg
Sinopse:
Durante o confinamento, o teatro se mostrou um lugar ideal para refletirmos sobre a
pandemia – e a pandemia produziu condições inéditas para pensar o teatro. Durante alguns
meses, todos os teatros do mundo fecharam as portas e nós, pessoas que nos dedicamos à
cena, fomos aceitando que as características de contágio do vírus convertessem nosso espaço
de trabalho em local de risco. A vulnerabilidade diante do vírus nos obriga a olharmo-nos
como parte da natureza, nos recorda que somos animais. E nos leva a pensar em nós mesmos
como um todo. Essa mesma sensação ocorre, algumas vezes, no teatro. Muitos de nós
reunidos nos reconhecemos como parte de um conjunto de indivíduos. E na escuridão da sala,
às vezes, sentimos que temos algo em comum com os demais, ainda que seja por uns breves
instantes, antes que aflorem todas as desigualdades.

“COMO OS CIGANOS FAZEM AS MALAS – UM TEXTO ESCRITO NO AR” – Minas Gerais
Sessão:
Quinta (29) às 21h
Criação:
Yara de Novaes, Tiago Macedo, Paulo André e Barulhista
Texto:
Newton Moreno
Classificação:
Livre
Duração:
90 minutos
Sinopse:
Este texto foi escrito em trânsito, durante uma viagem, num voo, conexões e suas escalas, de São Paulo a Paris.” Um escritor viajante, atravessado pela impermanência, pelo tema do nomadismo, pela eterna busca do artista, inicia uma nova viagem. Em busca de uma história, de um personagem, de uma narrativa que lhe dê sentido e orientação. Sem esta viagem, ele parece nem existir.A pandemia (talvez a grande odisseia dos nossos tempos) nos prende, nos cimenta em casas e confinamentos, mas nos permite uma grande oportunidade de viajar em nós mesmos e de nos entendermos como coletividade. Assim como os ciganos fazem as malas…“COMO OS CIGANOS FAZEM AS MALAS” é uma experiência on-line e ao-vivo, realizada por meio do aplicativo Telegram. Durante 1h30, mensagens serão enviadas ao público de forma contínua por meio de canal do Telegram.


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