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Morre no Rio, aos 84 anos, o ator Paulo José

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-  Atualizado em 11-08-2021 às 21:13
Tempo estimado de leitura: 2 minutos
O ator, que foi diagnosticado com Mal de Parkinson em 1993, faleceu em decorrência de um quadro de pneumonia Foto: Divulgação

RIO – Morreu nesta quarta-feira (11), aos 84 anos, Paulo José. O ator, diagnosticado em 1993 com Mal de Parkinson e distante da TV há sete anos, estava internado havia 20 dias e veio a falecer em decorrência de um quadro de pneumonia. Até o fechamento desta nota, ainda não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

Nascido em 20 de março de 1937, na cidade de Lavras, no Rio Grande do Sul,  Paulo José Gómez de Souza começou a carreira artística em palcos gaúchos ainda no teatro amador. Já no início da década de 1960, rumou para São Paulo, onde deu um grande salto na brilhante trajetória de ator ao entrar para o Teatro de Arena, com o qual estreou sua primeira peça, “Testamento de um cangaceiro”, em 1961.

Ainda nos palcos, esteve em dezenas de espetáculos. Entre eles, destaque para “Eles não usam Blck-tie” (1963), “A Mandrágora” (1975), “Bukowski, Bicho Solto no Mundo” (1990), “Notícias Cariocas” (2004) e “Turbilhão” (2011), seu último trabalho como ator teatral. Também no teatro, mas como diretor, foram outros vários trabalhos, como “Gata em Telhado de Zinco Quente” (1976) e “O Inspetor Geral” (2003), além do próprio “Eles não usam Blck-tie”.

Na TV, o grande sucesso foi o seriado “‘Shazan, Xerife e cia.”, exibido pela TV Globo de 1972 e 1974, como derivado da novela “O primeiro amor” (1972), na qual interpretou Shazan, ao lado de Flávio Migliaccio (1934-2020), que vivia o Xerife.

Também na telinha, integrou ainda o elenco de mais de 20 produções, entre novelas e minisséries. Por exemplo, “Roda de fogo” (1986), “Tieta” (1989), “Por Amor” (1997) e “Senhora do destino” (2004), todas da Globo. Como diretor, esteve à frente das minisséries “Agosto” (1993), “Memorial de Maria Moura” (1994) e “Incidente em Antares” (1994).

Já no cinema, foram mais de 50 longas. O início foi ainda nos anos 1960, com “O Homem Nu” (1968) e “Macunaíma” (1969), entre outros, seguindo até “Luz, Anima, Ação” (2013) e “Todos os Paulos do Mundo” (2018), seus últimos trabalhos.

Paulo José deixa três filhas, as atrizes Bel Kutner, Ana Kutner e Clara Kutner, do casamento com a também atriz Dina Sfat (1938-1989). Ele teve ainda um filho, o ator Paulo Caruso, da união com a atriz Beth Caruso.


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