Prêmio Shell divulga lista de indicados do segundo semestre; ‘Nastácia’ é destaque com três citações

Do Rio Encena

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O solo “Nastácia” concorre em Direção, Cenário e Figurino Foto: Guto Muniz/Divulgação

A organização do Prêmio Shell divulgou a lista dos espetáculos indicados como melhores do segundo semestre de 2019 no Rio de Janeiro. O grande destaque foi o drama “Nastácia”, em cartaz no CCBB, que foi destaque ao receber três indicações: Figurino (Ronaldo Fraga), Cenário (Ronaldo Fraga) e Direção (Miwa Yanagizawa).

Além de “Nastácia”, outras 11 peças foram citadas na relação, sendo que três ficaram empatadas com duas indicações cada: “Oboró – Masculinidades Negras”, “Por que não Vivemos?” e “A Cor Púrpura”. Agora, estamos produções vão se juntar àquelas que foram selecionadas no primeiro semestre. Ambas as listas foram definidas pelo júri formado por Ana Achcar, Ana Luisa Lima, Bia Junqueira, Moacir Chaves e Patrick Pessoa.

Todas vão concorrer na 32ª cerimônia de premiação que acontecerá em março de 2020, muito provavelmente no Copacabana Palace. Cada vencedor das nove categorias leva a tradicional concha dourada e também a quantia de R$ 8 mil. O homenageado será o ator Pedro Paulo Rangel. Confira abaixo a lista completa com os indicados do segundo semestre:

Dramaturgia
Adalberto Neto por “Oboró – Masculinidades negras”
Lucília de Assis por “Não peça”

Direção
Marcio Abreu por “Por que não vivemos?”
Miwa Yanagizawa por “Nastácia”

Ator
Marcio Nascimento por “Iago”
Val Perré por “Solano, vento forte africano”

Atriz
Carine Klimeck por “Giz 9”
Letícia Soares por “A cor púrpura”

Cenário
Marcelo Alvarenga por “Por que não vivemos?”
Ronaldo Fraga por “Nastácia”
J.C. Serroni por “A Mandrágora”

Figurino
Ronaldo Fraga por “Nastácia”
Wanderley Gomes por “Oboró – Masculinidades negras”

Iluminação
Ana Luzia de Simoni por “Homem feito”
Rogério Wiltgen por “A cor púrpura”

Música
Bárbara Santos, Jhon Conceição e Luciane Dom por “Meus cabelos de baobá”
Ricco Viana por “Angels in America”

Inovação
Terreiro Contemporâneo por abrigar companhias de teatro e dança negras e periféricas, constituindo um quilombo urbano
Frente Teatro RJ pela proposta de atuação em rede, articulação e descentralização da produção teatral no Rio de Janeiro

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