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Saem de cartaz junto com agosto: confira lista com seis espetáculos que encerram temporada no último fim de semana do mês

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Tempo estimado de leitura: 2 minutos
Sentido horário: “Judy” (alto à esq.), “Marilyn”, “Tropa”, “Carne”, “Benjamim” e “Melro” Fotos: Divulgação/Divulgação/Elisa mendes/Flávia Viana/Josélia Frazão/Divulgação

RIO – Agosto é conhecido como o mês do desgosto. Mas desgosto você pode acabar tendo mesmo se não assistir àquele espetáculo que tanto queria, mas ficou deixando para depois por, talvez, acreditar que se trate de um mês mais longo que os demais. Crendices e memes de Internet à parte, o RIO ENCENA preparou uma lista com seis peças que saem de cartaz neste último fim de semana “agostino” – para conferir o serviço completo de cada uma, acesse nossa aba Em Cartaz (clicando aqui) e faça sua busca pelo título da montagem, a letra inicial, o gênero, o teatro ou o bairro.

Na Zona Sul, Luciana Braga encerra a temporada do musical solo “Judy: O arco-íris é aqui” no Teatro Vannucci, na Shopping da Gávea. No centenário da atriz Judy Garland (1922-1969), estrela do clássico de 1938 “O Mágico de Oz” (filme ligado a polêmicas de bastidores), a atriz brasileira cruza sua história à biografia da diva norte-americana. No palco, ela usa uma metalinguagem que passa por passado e presente, ficção e realidade.

Já no Teatro Ipanema, um outro artista homenageado: Benjamim de Oliveira (1870-1954), o primeiro palhaço preto do Brasil. Projeto da Inepta Cia., o espetáculo traça um paralelo entre a trajetória da própria trupe e o legado que a obra de Benjamim deixou.

De Ipanema para o Leblon, o espetáculo “A tropa” encerra logo mais, no Teatro Petra Gold, a temporada de comemoração pelos 60 anos de carreira de seu protagonista, Otávio Augusto. Na trama, o veterano ator interpreta um pai autoritário que, num leito de hospital, recebe a visita dos quatro filhos. O encontro – um verdadeiro acerto de contas – é regado a reflexões sobre acontecimentos dos últimos 50 anos da história brasileira.

Em Santa Teresa, o Teatro Ruth de Souza, anexo ao Centro Municipal Parque das Ruínas, recebe as últimas sessões do espetáculo “Carne de segunda”, que nasceu a partir da seguinte notícia de jornal: mulher destrincha o próprio marido. Antes de se tornar açougueira, profissão pouco comum entre mulheres, ela vivia sendo vítima de violência doméstica, fato que era de conhecimento de todos, já que vivia em uma cidade pequena. Agora, a peça se propõe a contar para o público um pouco mais da história dessa personagem.

No Centro, no Teatro Chica Xavier, que fica no tradicional Terreiro Contemporâneo, “Melro” – cujo título remete ao pássaro de penas negras – relembra uma tragédia social do Rio de Janeiro. Em julho de 1990, 11 jovens, sendo sete menores de idade, da comunidade do Acari, na Zona Norte da cidade, foram retirados de um sítio em Magé, onde passavam o dia, por um grupo que se identificava como de policiais. A partir deste episódio, a peça reflete sobre a dor de mães que sonham encontrar algum vestígio dos filhos assassinados em chacinas periféricas.

Por fim, na Zona Sul, “Marilyn – Por trás do espelho” se despede do Sesc Tijuca. Em cena, temas como solidão, depressão e o papel da mulher na sociedade são abordados através da história de uma das atrizes mais famosas da história do cinema: Norma Jeane Mortenson, mais conhecida como Marilyn Monroe (1926-1962).

Em tempo, é sempre bom lembrar que os espetáculos podem ter suas temporadas prorrogadas ou migrarem para outras salas. Mas, em todo caso, é bom não deixar a oportunidade passar. Então, escolha uma opção e divirta-se!


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