QUEM ENCENA: ‘instigante’, diz Adriana Maia, diretora de adaptação itinerante do clássico shakespeariano ‘Macbeth’

Luiz Maurício Monteiro

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Atores no palco e espectadores na plateia. Esta lógica, tão comum no teatro, não tem vez em “455 – Macbeth”, montagem inspirada no clássico de William Shakespeare (1564-1616). Para contar a sangrenta história do general que, tomado por uma desmedida ambição pelo trono da Escócia decide matar quem atravessa seu caminho, a diretora Adriana Maia decidiu fazer uma peça itinerante, que permite apresentar as cenas em diferentes cômodos do Castelinho do Flamengo. Ou seja, o elenco se desloca, e o público vai atrás, o que, na opinião da encenadora, é algo instigante.

— A gente faz uma peça muito sanguinária, cruel e violenta. E ao mesmo tempo, a gente tem esse acolhimento das bruxas (responsáveis por conduzir o público de um cômodo para o outro). Então eu também estou brincando com estilos, e essa ideia de ir trocando de lugar é muito instigante — explica Adriana em entrevista para o quadro “Quem Encena”, da RIO ENCENA TV.

Ainda sobre este deslocamento, a diretora falou sobre como o público costuma se comportar entre um cena e outra, além, é claro, da história do personagem título, escrita na primeira década do século XVII, mas que ainda soa atual em pleno 2020.

Confira a entrevista na íntegra abaixo ou clicando aqui.

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